segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Mais vale um pterodáctilo na mão do que dois a voar para a extinção. Era uma Era e agora veio outra; como na Primavera, o ciclo da vida recomeçou, sob o signo da andorinha com ascendente em pterodáctilo.

Na tangencial à grande cidade da planície, o nevoeiro foi substituído por mosquitos que na canção voam como pássaros e, pelo menos por estas paragens, não lhes devem muito em tamanho.

Nevoeiro ou mosquitos, ou talvez até o smog em trânsito do trânsito em trânsito, não permite qualquer avistamento positivo de qualquer das abadias que os sinais informativos vão informando existirem nas proximidades.

O consumo aumenta. O tempo passa. A uva também; não aumenta mas passa. E no final o que fica? Mais vale...

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