sábado, 24 de março de 2007

Talvez por questões de equilíbrio e de manutenção, no final tudo se separa. “Crescei e multiplicai-vos” para que no final tudo se divida? Subtraia-se ao assunto a questão matemática para se evitar a adicção de outros problemas.

Se assim não for, que será do trigo, irremediavelmente minado pelo joio? Lentamente consumido, será que se rala? O grão não parece propenso a grandes aflições; mas rala-se o pão quando do trigo for feita farinha.

O pão vivo que desceu do céu acabou pregado numa cruz. Aparentemente, cá em baixo todos o preferem morto; talvez porque assim seja mais fácil de barrar com manteiga. Subtraiam-se as perversões e as excepções.

Semente, é porque não diz Verdade. E se assim é, melhor nada dizer. Da origem nascem os meios ainda que estes não justifiquem os fins. Inútil o Verbo quando falta a Palavra.

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