sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Voando alto a baixo custo pelo céu da Europa, da terra média a Budapeste são noventa minutos de alguma turbulência. Mas depois de esperar pelas malas e de as enfiar num taxi magiar que viaja a uma velocidade aproximada à da luz, é impossível ter medo de voar.

O Danúbio não o vi azul mas castanho; saído das margens e arrastando troncos de grandes árvores que às vezes apontavam ao casco dos barcos cheios de turistas e faziam dos cruzeiros no grande rio uma actividade aparentemente emocionante.

De Buda vê-se Peste do outro lado do rio aqui atravessado por nove pontes. No horizonte impõe-se o edifício do parlamento parcialmente em restauro e ladeado por torres de igrejas várias para todo o tipo de crenças.

Nas margens do Danúbio (quando a máquina fotográfica se recusou momentaneamente a exercer a sua função), não me sentei nem chorei mas, e porque nada acontece por acaso, vi Cristo numa escavadora parada nos semáforos. Aleluia.

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