sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Agiotas, proxenetas e idiotas aqueles que dizem do alheio diferente do seu enquanto brilham apertados os botões no punho sem que descaia o nó da gravata.

Gratuito e sem sabor o lenocínio divino que voa de bocas bem calçadas onde moram dentes de ouro que mastigam o que os demais não conseguem sequer cheirar.

Papa tudo e ilude a plebe analfabeta substituindo com omega o beta sem que tal nem com vaselina alivie a dor anal que não é obra nem graça do Espírito-Santo, qual falso profeta.

Parábola da construção de casa sobre a areia e não sobre a solidez divina para que persevere a fé ainda que a única barriga que Deus encheu tenha sido a de Maria mas talvez isso não seja difícil de engolir quando nada mais se pode.

1 comentário:

Anónimo disse...

Adorei tuas poesias, a mim , encantaram os olhos, parabéns amigo poeta!!! beijo!!
Cristiane