segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pondera hibernar, dormir para sonhar e acordar só quando tudo estiver bem. Sempre e para sempre, a realidade não pode ser verdade mas talvez seja. Não fui eu quem dormi e não conheço quem acordou.

Foi num sonho bom que os maiores pesadelos foram trocados por carícias e sorrisos. Foi numa manhã de chuva que o sol foi devolvido ao coração enquanto duas mãos se procuravam tristes por não se encontrarem.

Pudera adormecer, sonhar para descansar e não precisar de respirar sozinho. Nunca e nunca mais, a verdade é como o dia que se sonha mas não chega. Não tenho sono mas sinto-me exausto.

Foi num sonho bom que todos os problemas deixaram de o ser. Foi numa noite repetida vezes sem conta que a lua brilhou no escuro; de olhos fechados não vi mas consegui imaginar.