sábado, 6 de abril de 2013

Selva urbana iluminada por ovnis e uivam lobisomens sem lua. O colarinho manchado dos vampiros não passa despercebido ao distinto canino que chupa o essencial.
 
São ruivas na aparência. Aparecem sempre as ruivas. De noite todos os gatos são pardos e as ruivas não; trincam lábios e bebem cocktails cor de sangue enquanto escorrem dedos finos por pescoços pálidos.
 
Rezam as lendas que as rendas levam a melhor mas os baixos vibram e a luz treme em locais cheios que transpiram o calor. O horror, o horror.
 
A conta em balas de prata e dentes de alho, semáforos intermitentes e a jugular pela vista está morta.

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