Tudo então é relativamente relativo; sujeito à subjectividade, entenda-se. Julgue-se por exemplo um juízo ajuizado por um ajuizado juíz: é subjectivo, por muito ajuizado que seja o juiz.
Quem pariu a subjectividade? Julgo ter sido o primeiro sujeito, por muito objectivo que fosse. Mas admito juízos diferentes; que se escrevam livros e se encham páginas de juízos ajuizados e distintos.
Hão-de um dia lembrar-se e pintar numa parede quem da subjectividade fez escola e na relatividade encontrou matéria de interesse. E no fim, absolutamente nada terá sido dito que possa considerar-se absoluto.
