Dizem não ser um museu sobre o comunismo mas sim sobre a queda do comunismo. Há diferentes formas de nostalgia, de lembrar e de esquecer.
Com foice para abrir a porta do Trabant de plástico e martelo para romper a cortina de ferro, hoje já não é assim porque se come pato em Varsóvia e o vermelho já não é moda.
Pesa o realismo socialista em cada uma daquelas estátuas gigantescas que agora se fazem companhia, sem o mesmo significado de outrora, longe do centro mas ainda assim disponíveis para sessões fotográficas.

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