O Danúbio não o vi azul mas castanho; saído das margens e arrastando troncos de grandes árvores que às vezes apontavam ao casco dos barcos cheios de turistas e faziam dos cruzeiros no grande rio uma actividade aparentemente emocionante.
De Buda vê-se Peste do outro lado do rio aqui atravessado por nove pontes. No horizonte impõe-se o edifício do parlamento parcialmente em restauro e ladeado por torres de igrejas várias para todo o tipo de crenças.
Nas margens do Danúbio (quando a máquina fotográfica se recusou momentaneamente a exercer a sua função), não me sentei nem chorei mas, e porque nada acontece por acaso, vi Cristo numa escavadora parada nos semáforos. Aleluia.

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